Descoberto o Segredo das Pirâmides

Por: Evandro Silva Cruz, inventor, físico teórico, professor de xadrez, ex-militar da Marinha do Brasil e  autônomo.


SOLUÇÃO PRÁTICA DE COMO A GRANDE PIRÂMIDE DO VALE DOS REIS(GIZÉ) FOI CONSTRUÍDA



Se preferir, antes de ler este texto, que ainda está incompleto, você pode assistir a este vídeo no Youtube de 37 minutos de duração, que já está com o conteúdo completo:

Cientista Brasileiro Desvenda a Construção da Pirâmide de Quéops


Se você fosse um engenheiro egípcio vivendo no ano de 2556 a.C, o que preferiria mandar seus operários fazerem para construir uma pirâmide num prazo de 25 anos, colocando 2 milhões e 300 mil blocos de calcário e granito num ritmo de 1 bloco a cada 2 minutos em média:

1 - Erguer mais de 2 milhões de blocos de granito e calcário no nível do solo?
...ou...
2 - Descê-los por uma rampa até um vale?

Pela lei do mínimo esforço, como um competente engenheiro, certamente você escolheu a opção número 2. Mas não se vanglorie, achando que é o mais esperto por aqui: há mais de 4 mil e 500 anos os engenheiros egípcios já haviam tido esta ideia milênios antes de você nascer.

Vamos agora conhecer seu modus-operandi?


Veja a seguinte gravura:



A parte cinza no desenho acima representa o solo, e a concavidade representa um vale.

Não é à tôa que a área onde a Pirâmide de Guizé(também chamada de Quéops) é chamada de "Vale dos Reis".

"Vale"... isso lhe diz alguma coisa?

Significa que fica evidente que eles procuraram de fato um vale  para construir as cerca de 100 pirâmides que lá estão justamente por ser este o método de construção aqui explicado o mais prático possível!

Observe a próxima imagem:



Usando rampas pode-se usar facilmente a própria gravidade para descer os blocos já esculpidos até o fundo do vale, um a um, colocando-os mais facilmente um sobre o outro. Muito mais facilmente do que erguendo-os, como propõe a maioria dos arqueólogos e engenheiros modernos.

O Faraó certamente escolheu um engenheiro inteligente para tal feito, e seria insensatez e um ultraje a sua inteligência querer erguer pesos de 2 a 80 toneladas, como muitos daqueles blocos são.

Obviamente, usando sua perspicácia, eles os desceram facilmente. Mas na verdade não desceram apenas um de cada vez, pois já é de conhecimento geral dos acadêmicos modernos que para construir uma pirâmide de tal proporção em 25 anos, seria necessário colocar um bloco de granito a cada 2 minutos em média, pois são milhões de blocos.

Então o seguinte método foi utilizado:





Usando várias equipes, uma em cada rampa, se consegue facilmente cumprir a meta de colocar um bloco a cada 2 a 3 minutos em 25 anos, aproximadamente.







Nem todos os blocos eram iguais, nem em peso, nem em forma. Portanto, os engenheiros instruíam seus respectivos chefes de equipe a ordenar e numerar cada bloco distinto para formar as câmaras e dutos conhecidos da pirâmide de Gizé, como uma montagem de um quebra-cabeças.

Obtêm-se então o seguinte resultado parcial:





Como todo e qualquer túmulo conhecido deve ficar enterrado debaixo do solo, o túmulo do grande Faraó não foi uma exceção à regra, tendo sido originalmente construído dessa forma, abaixo da linha do solo, dentro do vale, deixando somente a ponta da pirâmide para servir de oferenda aos súditos do Faraó, motivo pelo qual fôra uma das primeiras peças, senão a primeira a ter sido furtada por saqueadores.

Antes dos saques, este foi o resultado final da época de finalização da obra:




Como a saída dos dutos para a Constelação de Hórus fica aproximadamente na metade da altura da pirâmide, há duas hipóteses:
1 – Havia um túnel feito no solo para a saída da luz da constelação, para que entrasse na câmara do Faraó;
2 – O nível do solo final pode ter sido não na altura do topo da pirâmide, como sugere o gráfico acima, mas este:





Ao passar do tempo, saqueadores e arqueólogos foram escavando a areia para seus próprios fins, e hoje em dia nós podemos ver a pirâmide em sua totalidade, desde a base.

TEORIA NÚMERO 2:
O próximo método pode não ser tão fácil quanto o anterior, porém é ainda assim muito mais fácil de ser executado do que os métodos das teorias dos acadêmicos modernos, pois como explicitado na teoria acima, a teoria 2 também utiliza a ideia de se construir a favor da gravidade, e não contra ela, ao contrário do que pensam os arqueólogos e arquitetos contemporâneos.
Primeiramente, cava-se um buraco de profundidade proporcional ao primeiro bloco a ser colocado.
Depois, colocam-se aparatos para servirem de suportes a este bloco, como mostra na figura abaixo:





Após feito, coloca-se o primeiro bloco, e depois cava-se abaixo deste um pouco mais para que se coloquem mais aparatos para suportar os próximos dois blocos, que ficarão abaixo do primeiro. A parte branca da figura representa a parte cavada:










E assim por diante, se vai construindo a Grande pirâmide, de forma mais exaustiva e demorada do que aquela apresentada na primeira teoria, porém ainda assim, mais rápida e eficiente do que nas teorias dos arqueólogos e engenheiros contemporâneos. O resultado final é o mesmo do apresentado na primeira teoria do início deste trabalho.

Observação: O mesmo método vale para os obeliscos, Stonehenge na Inglaterra, e monumentos antigos ao redor do mundo, como os da Ilha de Páscoa, dentre muitos outros!

FIM

Contato: evandrocruz7@gmail.com








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